A farra do governo em gastos com cartões corporativos não se resume aos deputados e senadores. Matilde Ribeiro, titular da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, também tem um desses cartões. Com ele, Matilde gastou cerca de R$ 67 mil só com aluguel de carros da empresa Localiza. Em junho deste ano, Matilde levantou polêmica numa declaração infeliz a uma emissora de rádio britânica. Encarregada pelo governo de acabar com o racismo, declarou que negros têm direito de ser racistas, já que seus ancestrais eram escravizados.
O presidente mostrou-se totalmente incapaz para fazer algo sobre o tema das diferenças “raciais”. Colocou uma petista em uma secretaria com o status de ministério, o que não quer dizer mais muita coisa, e investiu na política de cotas. Além disso, quase chorou por ter sido vaiado na abertura dos Jogos Pan-americanos.
Mas por que Lula foi vaiado?
Simplíssimo! Imaginem se houvessem cotas nos esportes. O nível dos esportistas cairia muito, o que levaria a um espetáculo muito menos agradável. Na natação e nas ginásticas, por exemplo, a maioria dos atletas é composta por brancos, e uma seleção dos titulares levaria a uma queda no gabarito dos desportistas. Isso levou a torcida a desaprovar a presença do “nosso” líder.
O mesmo ocorre em um âmbito intelectual. Deixando vagas para pessoas menos preparadas para vir a ser a base intelectual da nação, nossa “Senhora Cotas” está diminuindo as chances de o Brasil vir a ser algo no que diz respeito ao desenvolvimento de tecnologias. Mas talvez essa seja a intenção, afinal, assim aumentam-se as chances de candidatos como Lula.