segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Minha Igreja vai ser igualzinha

Eu, ouvindo a The White Stripes, encontro essa ótima idéia de como ganhar dinheiro:
Querendo detalhes de como ficar rico com a inocência dos outros, abro o link. Encontro isso:
Só falta descobrir como ter uma Rede de TV...

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

A farra do governo em gastos com cartões corporativos não se resume aos deputados e senadores. Matilde Ribeiro, titular da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, também tem um desses cartões. Com ele, Matilde gastou cerca de R$ 67 mil só com aluguel de carros da empresa Localiza.

Em junho deste ano, Matilde levantou polêmica numa declaração infeliz a uma emissora de rádio britânica. Encarregada pelo governo de acabar com o racismo, declarou que negros têm direito de ser racistas, já que seus ancestrais eram escravizados.

O presidente mostrou-se totalmente incapaz para fazer algo sobre o tema das diferenças “raciais”. Colocou uma petista em uma secretaria com o status de ministério, o que não quer dizer mais muita coisa, e investiu na política de cotas. Além disso, quase chorou por ter sido vaiado na abertura dos Jogos Pan-americanos.

Mas por que Lula foi vaiado?

Simplíssimo! Imaginem se houvessem cotas nos esportes. O nível dos esportistas cairia muito, o que levaria a um espetáculo muito menos agradável. Na natação e nas ginásticas, por exemplo, a maioria dos atletas é composta por brancos, e uma seleção dos titulares levaria a uma queda no gabarito dos desportistas. Isso levou a torcida a desaprovar a presença do “nosso” líder.

O mesmo ocorre em um âmbito intelectual. Deixando vagas para pessoas menos preparadas para vir a ser a base intelectual da nação, nossa “Senhora Cotas” está diminuindo as chances de o Brasil vir a ser algo no que diz respeito ao desenvolvimento de tecnologias. Mas talvez essa seja a intenção, afinal, assim aumentam-se as chances de candidatos como Lula.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Mentes Pertubadas

O que leva alguém a matar 33 pessoas e depois se matar?
De acordo com bilhete deixado pelo coreano, ele odiava "garotos ricos" e a depravação do campus.Ele era algo como um "anarquista suicida".
Um livro de Fernando Sabino, "O Encontro Marcado", mostra dois personagens discutindo como provavelmente se suicidariam. Um deles diz que não teria coragem de se matar, mas se o fizesse, faria algo que atraísse atenção. O outro diz que quando alguém quer se matar não se importa com outros, portanto morrer é a única coisa que ele quer.
Esses atiradores são estranhos, são aberrações do comportamento humano esperado. A mídia é um meio que eles usam para divulgarem seus atos, quantos casos parecidos você já não ouviu?
Talvez eles cometam tal brutalidade pensando que, através do medo, as pessoas mudaram seu comportamento, então mudar-se-á a sociedade.
O coreano já esteve ligado a ações atípicas, como tentar incendiar quartos na universidade, ou perseguir mulheres.
Outro ponto importante é que ele tinha o green card, então o imigrante não era ilegal, já vivia há 15 anos nos EUA. É provável até que as exigências para entrar no país se tornem muito mais pesadas.
E isso tudo por causa de uma mente perturbada!!

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Crítica à loucura

Não está aqui uma crítica aos loucos, como pode parecer pelo título, mas sim à idéia de loucura que é comum. Gênios e loucos são confundidos devido à ignorância ou a má-fé.

É comum aconselhar-se às pessoas que não estudem muito para que não fiquem doidas, quando, na verdade, isso se distancia, e muito, da realidade. Quanto mais uma pessoa estuda, mais ciente das coisas se torna e, portanto saberá mais do que aquele que fez esse conselho inútil sobre quais opções deverá tomar.

Aqueles que se tornam sábios pelo seu estudo costumam-se distanciar dos maus hábitos sociais e, pelo hábito que muitos têm de rejeitar o que é incomum, são chamados de loucos.

Uma mente que não foi colonizada pela grandiosidade da razão simplesmente não vê que o certo é o sábio, então, para não assumir que errou, acusa de insanidade os mais estruturados mentalmente.

Os verdadeiros loucos são aqueles que misturam os sentidos à imaginação, ou que tem algum defeito no Sistema Nervoso Central. Não existe relação direta entre a loucura e os conhecimentos adquiridos.

Estranhar-se algo a que você não está acostumado, a inteligência e a racionalidade, é algo comum, mas ter preconceitos quanto a isso é algo inaceitável. Se você se acha superior a alguém com mais conhecimento justamente por ela ser mais sábia, limite-se a seu ego e não acuse alguém, quando a insanidade está no seu pensamento.

____________________________________________________________________
Esse texto tem mero caráter analisador, é de um leigo nos processos biológicos envolvidos. Críticas são bem-vindas.

domingo, 8 de abril de 2007

TE AMO



Esse é um "desenho" com letras feito para minha namorada.

O "desenho" é igual se visto de cabeça para baixo

sexta-feira, 6 de abril de 2007

Globo Símio

Plácido planeta, mentes plebéias.
Simples réplicas repletas de fim
Aplicam templos em fúteis platéias
A minha plasma é plena de plim-plim

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Ajuda Vã

A muda fora plantada no meio da praça. Mais quatro mudas foram plantadas, cada um em uma das extremidades. A árvore que apontara para o sul morrera, dando a impressão que as árvores remanescentes apontavam para o Lar das Moças de São Bento, o maior bordel da região. A desarmonia da praça era ainda maior pois a muda central originara algo tortuoso, que parecia querer fugir da seta imaginária.
João Maurício foi quem projetou a praça. Antes arquiteto famoso, amargurou-se da criação e mudou de ofício. O tempo o levou a ser um dos feirantes do sábado na Desarmônica. Esse era o jeito como os moradores chamavam o local.
A Igreja – toda praça precisa de uma igreja – ficava na parte norte, enquanto a feira realizava-se ao sul. O Padre Gilson conhecia a todos na cidade e era muito amigo de João. O sacerdote era líder da Associação dos Feirantes, que contava com sete integrantes. Os sábados eram cheios, mas os vendedores, temendo repressão da ditadura, que já acabara há vinte anos, não entravam na associação.
A cidade vivia uma época de recessão, muitas pessoas foram-se da cidade e os impostos já não eram suficientes. Muitos iam para ficar ricos e voltar. Poucos voltavam. Pouquíssimos ficavam ricos. Luizinho ficou e voltou.
Senhor Luiz aprendera a tocar piano na capital, fora para aprender as coisas de Deus, mas desviou-se do clero e virou músico.
Voltou ontem para a cidade, estava doente. Morreu hoje, no sábado, pela madrugada. O bondoso Luiz decidiu deixar os bens para a Igreja. O Padre Gilson decidiu vender o piano do fiel. Quem iria comprar um piano? Nessa cidadezinha?
Maurício e o padre começaram a missão às cinco horas da manhã. De nada isso servirá à Igreja.
_ Ajudem a Casa de Deus. Vende-se um piano.